Terça-Feira, 18 de Junho de 2013
Cidade: RIO BRANCO-AC (capital)





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População: 228.990 Homens: 112.344
Mulheres: 116.646 Área Total(km2) 9.962
Densidade pop: 22.99 Fonte: IBGE
 
 
História
 
A capital do estado do Acre (o nome Acre origina-se de Aquiri, transcrita pelos exploradores desta região da palavra Uwakuru do dialeto dos índios Ipurinã), surgiu a partir do seringal fundado em 28 de dezembro de 1882, pelo cearense Neutel Maia.
Segundo a tradição, em fins de 1882, numa pronunciada volta do rio Acre, uma frondosa gameleira chamou a atenção de exploradores que subiam o rio e levou-os a abrir um seringal ali mesmo. Tratava-se do seringalista Neutel Maia, que, com sua família e trabalhadores, chegava à região do Acre.
Maia fundou o seu primeiro seringal, Seringal Volta da Empresa, à margem direita do rio Acre, ao longo da grande curva do rio, onde ainda hoje está a gameleira - no local em que hoje se encontra o Segundo Distrito. Ali foi iniciada a construção de barracões, em terras antes ocupadas pelas tribos indígenas Aquiris, Canamaris e Maneteris.
Em seguida, Maia abriu um outro seringal, na margem esquerda do rio Acre - onde atualmente está instalado o Palácio do Governo do Acre - com o nome de Seringal Empresa.
Anos depois, a mesma gameleira seria testemunha dos combates travados na Volta da Empresa, entre revolucionários acreanos e tropas bolivianas, durante o crítico período da Revolução Acreana, que tornou o Acre parte do Brasil, no início deste século.
Terminada a Revolução Acreana, após a assinatura do Tratado de Petrópolis, em 17 de novembro de 1903, e a anexação definitiva do Acre - agora Território Federal do Acre - ao Brasil, Rio Branco foi elevada à categoria de vila, tornando-se sede do departamento do Alto Acre.
Cunha Matos, a mando do governo federal, chegou ao Acre em 18 de agosto de 1904, para governar, como prefeito, o departamento do Alto Acre, cargo que exerceu até 1905. No dia 19 de agosto de 1904, Cunha Matos decidiu estabelecer a sede provisória de sua prefeitura no povoado criado em torno do seringal Volta da Empresa, onde hoje está o Segundo Distrito da capital, à margem direita do rio Acre. A povoação passou a ser chamar-se Vila Rio Branco no dia 22 de agosto de 1904.
A "Villa Rio Branco" afirmou-se como o principal centro urbano de todo o vale do Acre, o mais rico e produtivo do território.
Em 13 de junho de 1909, o então prefeito do Departamento do Alto Acre, coronel Gabino Besouro, mudou a sede da prefeitura para a margem esquerda do rio Acre, onde hoje funcionam os principais órgãos públicos como o Palácio do Governo, Tribunal de Justiça, Assembleia Legislativa e Palácio das Secretarias, nas terras do Seringal Empresa, recebendo o nome de Penápolis (em homenagem ao então Presidente Afonso Pena) , onde a terra era mais alta, não sujeita às alagações do rio Acre. Foi uma instalação definitiva.
Em 1910, o prefeito Leônidas Benício de Melo, assinou uma Resolução criando o município de Empresa, juntando a Vila Rio Branco (no Seringal Volta da Empresa, do lado direito do rio Acre) e a localidade de Penápolis (Seringal Empresa, do lado esquerdo do rio Acre).
Em fevereiro de 1911, o prefeito Deocleciano Coelho de Sousa, adotou novamente o nome de município de Penápolis. De forma definitiva, em 1912, os dois lados da cidade passam a se chamar "Rio Branco", em homenagem ao Barão de Rio Branco, chanceler brasileiro cuja ação diplomática resultou no Tratado de Petrópolis. Em 1920 o município de Rio Branco passa a ser a capital do então Território do Acre - depois Estado do Acre.
Durante todos esses acontecimentos, a rua surgida em torno da Gameleira, na margem direita do rio Acre, era o centro da vida comercial e urbana dessa parte da Amazônia. Ali se situavam os bares, cafés e cassinos que movimentavam a vida noturna da cidade; ali se encontravam os principais representantes comerciais das casas aviadoras nacionais e estrangeiras que movimentavam milhares de contos de réis naquela época de riqueza e fausto. Ali moravam as principais famílias da elite urbana composta por profissionais liberais e pelo funcionalismo público.
Memorial dos Autonomistas.Embora a administração política do Território tivesse sido transferida para a margem esquerda do rio Acre, cujas terras eram mais altas e não inundáveis, as ruas do centro da cidade - ruas Cunha Matos, 17 de novembro e 24 de janeiro - permaneceriam como a principal zona comercial, sendo paulatinamente dominadas pelos imigrantes sírio-libaneses, a ponto de, em meados da década de 1930, a área ser também conhecida como "Bairro Beirute".
Porém, a partir da década de 1950, teve início um pronunciado processo de decadência econômica da histórica margem direita de Rio Branco, que passou a ser chamada Segundo Distrito. Isso resultou da transferência de boa parte de suas principais casas comerciais para o Primeiro Distrito da cidade, na margem esquerda do rio, onde já estavam instaladas as principais repartições públicas e as residências das mais importantes famílias do território.







English:
The capital of the state of Acre (the name originates from Acre Aquiri, transcribed by explorers in this region of the dialect word Uwakuru Indian Ipurinã), emerged from the plantation founded on December 28, 1882 at Ceará Neutel Maia.
According to tradition, in late 1882, a pronounced around the river Acre, a leafy gameleira caught the attention of explorers who sailed up the river and led them to open a plantation there. It was the seringalista Neutel Maia, who, with his family and workers, came to the region of Acre.
Maia founded his first plantation, Seringal Tour Company, on the right bank of the river Acre, along the great bend of the river, where today is gameleira - the place where today stands the Second District. Ali started building shacks on land previously occupied by Indian tribes Aquiris, and Canamaris Maneteris.
Then Maia opened another rubber tree on the left bank of the river Acre - where currently is installed the Palace of the Government of Acre - the name Seringal Company.
Years later, the same gameleira would witness the battles fought in the Tour de Empresa, between Acre and revolutionary Bolivian troops during the critical period of Acre Revolution, which became part of the Acre Brazil earlier this century.
After the Revolution Acre, after the signing of the Treaty of Petrópolis, in November 17, 1903, and the final annexation of Acre - now Federal Territory of Acre - Brazil, Rio Branco was elevated to a town, becoming the departments headquarters Alto Acre.
Cunha Matos, at the behest of the federal government, arrived at Acre on August 18, 1904, to govern as mayor, the department of Alto Acre, a position he held until 1905. On August 19, 1904, Cunha Matos decided to establish a temporary headquarters in the town hall of his created around the plantation Tour Company, which today is the capital of the Second District, on the right bank of the river Acre. The village came to be called a village Rio Branco on August 22, 1904.
The "Villa Rio Branco" has established itself as the main urban center of the whole valley of Acre, the richest and most productive territory.
On June 13, 1909, the then mayor of the Department of High Acre, Colonel Gabino Beetle, changed the town hall to the left bank of the Rio Acre, where today the main public agencies work as the Government Palace, Court, Legislative Palace and the Secretariats, the lands of Seringal Company, named after Penápolis (named after then President Afonso Pena), where the land was highest, not subject to alagações Acre River. It was a final installation.
In 1910, Mayor Leonidas Benicio de Melo signed a resolution creating the council Company, joining the Village Rio Branco (in Seringal Tour Company, on the right side of the river Acre) and the location of Penápolis (Seringal Company, on the Left Acre River).
In February 1911, the mayor Deocleciano Coelho de Sousa, again adopted the name of the municipality of Penápolis. Permanently in 1912, the two sides of the city are to be called "Rio Branco", named after the Baron of Rio Branco, Brazilian foreign minister whose diplomatic action resulted in the Treaty of Petrópolis. In 1920 the city of Rio Branco becomes the capital of the then Territory of Acre - after Acre.
During these events, the street emerged around Gameleira on the right bank of the river Acre, was the center of trade and urban life of this part of the Amazon. There stood the bars, cafes and casinos that moved to the citys nightlife, there were major trade representatives of domestic and foreign aviators houses that moved thousands of contos that time of wealth and splendor. Ali lived major urban elite families composed of professionals and the civil service.
Memorial Autonomistas.Embora the political administration of the Territory had been transferred to the left bank of the river Acre, whose lands were taller and not flood the streets of the city center - streets Cunha Matos, November 17 and January 24 - remain as the main shopping area, being gradually dominated by the Syrian-Lebanese immigrants, the point in the mid-1930s, the area is also known as Beirut neighborhood.
However, from the 1950s, began a pronounced process of economic decay of the historic right bank of Rio Branco, which came to be called Second District. This resulted from the transfer of most of its major trading houses for the First District of the city, on the left bank of the river, where they were already installed the main government offices and the residences of the most important families in the territory.






Spanish:
La capital del estado de Acre (el nombre proviene de Acre Aquiri, transcrito por los exploradores en esta región del dialecto palabra india Uwakuru Ipurinã), salió de la hacienda fundada el 28 de diciembre 1882 en Ceará Neutel Maia.
Según la tradición, a finales de 1882, un pronunciado por el río Acre, un frondoso Gameleira llamó la atención de los exploradores que navegaban por el río y los llevó a abrir una plantación de allí. Fue el seringalista Neutel Maia, quien, con su familia y los trabajadores, llegó a la región de Acre.
Maia fundó su primera plantación, Tour Company Seringal, en la margen derecha del río Acre, a lo largo de la gran curva del río, donde hoy se encuentra Gameleira - el lugar donde hoy se levanta el Segundo Distrito. Ali comenzó a construir chozas en tierras previamente ocupadas por Aquiris tribus indígenas y Maneteris Canamaris.
A continuación, Maia abrió otro árbol del caucho en la margen izquierda del río Acre - donde actualmente está instalado el Palacio de Gobierno de Acre - el nombre de la empresa Seringal.
Años más tarde, el mismo Gameleira sería testigo de las batallas libradas en el Tour de Empresa, entre las tropas bolivianas Acre y revolucionario durante el período crítico de la Revolución de Acre, que se convirtió en parte del Acre Brasil a principios de este siglo.
Después de la Revolución de Acre, después de la firma del Tratado de Petrópolis, en 17 de noviembre de 1903, y la anexión definitiva de Acre - ahora Territorio Federal de Acre - Brasil, Rio Branco fue elevado a ciudad, convirtiéndose en la sede del departamento Alto Acre.
Cunha Matos, a instancias del gobierno federal, llegó a Acre el 18 de agosto de 1904, para gobernar como alcalde, el departamento de Alto Acre, cargo que ocupó hasta 1905. El 19 de agosto de 1904, Cunha Matos decidió establecer una sede temporal en el ayuntamiento de su crea alrededor de la plantación Tour Company, que hoy es la capital del Segundo Distrito, en la margen derecha del río Acre. El pueblo llegó a ser llamado un pueblo de Río Branco el 22 de agosto de 1904.
La "Villa Rio Branco" se ha consolidado como el principal centro urbano de todo el valle de Acre, el territorio más rico y productivo.
El 13 de junio de 1909, el entonces alcalde del Departamento de Alto Acre, el coronel Gabino Beetle, cambió el ayuntamiento a la margen izquierda del Río Acre, donde hoy los principales organismos públicos funcionan como el Palacio de Gobierno, el Tribunal, Palacio Legislativo y las Secretarías, las tierras de la empresa Seringal, el nombre de Penápolis (llamado así por el presidente Afonso Pena a continuación), donde la tierra era más alto, no sujeta a alagações río Acre. Fue una instalación final.
En 1910, el alcalde Leonidas Benicio de Melo firmó una resolución que crea el consejo de empresa, uniéndose al pueblo de Río Branco (en el Tour Company Seringal, en el lado derecho del río Acre) y la ubicación de Penápolis (Empresa Seringal, a la izquierda Río Acre).
En febrero de 1911, el alcalde Deocleciano Coelho de Sousa, una vez adoptado el nombre del municipio de Penápolis. Permanentemente, en 1912, las dos partes de la ciudad se llama "Río Branco", llamado así por el Barón de Rio Branco, ministro brasileño diplomático extranjero cuya acción resultó en el Tratado de Petrópolis. En 1920 la ciudad de Río Branco se convierte en la capital del entonces Territorio de Acre - después de Acre.
Durante estos eventos, la calle surgió alrededor Gameleira en la margen derecha del río Acre, fue el centro del comercio y de la vida urbana de esta parte de la Amazonía. Allí estaban los bares, cafés y casinos que se trasladaron a la vida nocturna de la ciudad, había representantes de las casas comerciales más importantes aviadores nacionales y extranjeros que se movían miles de contos que el tiempo de la riqueza y esplendor. Ali vivió grandes familias urbanas de elite compuesto por profesionales y la administración pública.
Memorial Autonomistas.Embora la administración política del territorio había sido trasladado a la orilla izquierda del río Acre, cuyas tierras eran más altos y no inundar las calles del centro de la ciudad - calles Cunha Matos, 17 de noviembre y 24 de enero - siguen siendo como la principal zona comercial, siendo gradualmente dominado por los inmigrantes sirio-libaneses, el punto a mediados de la década de 1930, la zona es también conocida como zona de Beirut.
Sin embargo, desde la década de 1950, comenzó un proceso de deterioro económico pronunciado del banco derecho histórico de Río Branco, que llegó a ser llamado Segundo Distrito. Esto fue resultado de la transferencia de la mayoría de sus casas comerciales más importantes para el Primer Distrito de la ciudad, en la margen izquierda del río, donde se han instalado ya las principales oficinas públicas y las residencias de las familias más importantes del territorio.
 
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