Com uma rica bagagem cultural, Rio das Ostras era situada na Capitania de São Vicente e habitada pelos índios Tamoios e Goitacazes, e se chamava Rio Leripe ou Seripe, que tem referência grande à ostra.
Os índios e os jesuítas deixaram os seus registros em obras erguidas nestes 300 anos, como: a antiga igreja Nossa Senhora da Conceição, o poço das pedras e o cemitério, são exemplos destas marcas. Após a expulsão dos jesuítas, a igreja foi terminada provavelmente pelos Beneditinos e Carmelitas.
Mas, na década de 50 a antiga igreja desmoronou e no mesmo ano foi construída uma nova igreja. O crescimento da cidade deu-se ao redor da igreja, e como a cidade era rota de tropeiros e comerciantes rumo à Campos e Macaé, o progresso foi inevitável e o desenvolvimento da pesca foi de fundamental importância para o sustento econômico de toda a cidade.
A construção da Rodovia Amaral Peixoto e a expansão turística da Região dos Lagos, foram ideais para o crescimento de Rio das Ostras, que viu a sua população crescer até chegar à sua emancipação político-administrativa, do município de Casimiro de Abreu, em 1992.
A cidade está entre os municípios de maior taxa de crescimento demográfico e a cada ano atrai mais visitantes pelo simples fato de poder contar com muitos pontos turísticos que possuem exuberância da beleza local.
As belíssimas praias são para todos os gostos. Para quem desejar encontrar descanso nas águas calmas e cristalinas, a melhor opção é a Praia das Tartarugas ou a Praia Itapebussus, que é consideradas como uma das mais belas da cidade. Agora quem deseja unir adrenalina, surf e beleza, as melhores opções são as praias Costa azul e Virgem.
Culturalmente a cidade também é muito rica, com o Centro Ferroviária de Cultura de Rocha Leão que foi erguida pela mão de obra escrava com paredes de blocos de pedras brutas, o Poço das Pedras também construídos pelos escravos e o Sítio Arqueológico Sambari da Tarioba, que abrigou os índios na pré-história e até hoje exibe restos de objetos e esqueletos.
Rio das Ostras, além de ter paisagens encantadoras e inesquecíveis é uma cidade muito hospitaleira que recebe seus visitantes de uma forma tão acolhedora, que faz com que eles se sintam em casa.
English:
With a rich cultural background, the Oyster River was located in the Captaincy of São Vicente and inhabited by Indians and Tamoios Goitacazes, and called Rio Leripe or Seripe, which has great reference to the oyster.
The Indians and the Jesuits left their records in these works erected 300 years, as the old church Nossa Senhora da Conceição, the pit of stones and cemetery, are examples of these brands. After the expulsion of the Jesuits, the church was probably completed by the Benedictines and Carmelites.
But in the 50s the old church collapsed and the same year a new church was built. The citys growth took place around the church, and how the city was route drovers and traders towards Campos and Macae, progress was inevitable and fisheries development was crucial to the economic livelihood of the entire city.
The construction of Highway Amaral Peixoto and expansion of tourism in the Lakes Region, were ideal for the growth of the Oyster River, which has seen its population grow to reach its political and administrative emancipation, the city of Casimiro de Abreu in 1992.
The city is among the largest counties in population growth rate and each year attracts more visitors for the simple fact that you can count on many sights that have exuberant beauty spot.
The beautiful beaches are for everyone. For those who wish to find rest in the calm and crystalline waters, the best option is the Turtle Beach or Beach Itapebussus, which is considered as one of the most beautiful city. Now who wants to unite adrenaline, surf and beauty, the best options are the riviera beaches and Virgin.
Culturally the city is also very rich, with the Centre for Railway Culture Lion Rock was built by slave labor with block walls of rough stones, the Poco das Pedras also built by slaves and the Archaeological Site of Sambari Tarioba, which housed Indians in prehistoric times and still displays the remains of skeletons and objects.
River Oysters, besides having beautiful landscapes and unforgettable is a very hospitable city that welcomes its visitors in a way so welcoming, which makes them feel at home.
Spanish:
Con un fondo cultural muy rica, el río Oyster se encuentra en la Capitanía de São Vicente y habitada por indios y Goitacazes Tamoios, y llamó Rio Leripe o Seripe, que tiene gran referencia a la ostra.
Los indios y los jesuitas dejaron sus registros en estas obras erigida 300 años, como la antigua iglesia de Nossa Senhora da Conceição, el pozo de piedras y el cementerio, son ejemplos de estas marcas. Tras la expulsión de los jesuitas, la iglesia fue terminada probablemente por los benedictinos y carmelitas.
Pero en los años 50 la antigua iglesia se derrumbó y el mismo año una nueva iglesia fue construida. El crecimiento de la ciudad se llevó a cabo alrededor de la iglesia, y cómo la ciudad fue de arrieros y comerciantes ruta hacia Campos y Macae, el progreso era inevitable y el desarrollo pesquero es fundamental para el sustento económico de toda la ciudad.
La construcción de la carretera Amaral Peixoto y la expansión del turismo en la Región de los Lagos, eran ideales para el crecimiento del río Oyster, que ha visto su población crecer para alcanzar su emancipación política y administrativa, la ciudad de Casimiro de Abreu en 1992.
La ciudad es uno de los condados más grandes en la tasa de crecimiento de la población y cada año atrae a más visitantes por el simple hecho de que usted puede contar con muchos lugares de interés que tienen lugar exuberante belleza.
Las hermosas playas son para todos. Para aquellos que desean encontrar descanso en las aguas tranquilas y cristalinas, la mejor opción es la Turtle Beach o Itapebussus Beach, que es considerada como una de las ciudades más bellas. Ahora, ¿quién quiere unir a la adrenalina, el surf y la belleza, las mejores opciones son las playas de la Riviera y de la Virgen.
Culturalmente la ciudad también es muy rica, con el Centro de Cultura de tren Lion Rock fue construido por mano de obra esclava, con paredes de bloques de piedras en bruto, el Poco das Pedras también construida por esclavos y el Sitio Arqueológico de Sambari Tarioba, que albergaba indios en tiempos prehistóricos y aún muestra los restos de esqueletos y objetos.
Las ostras del río, además de tener bellos paisajes inolvidables y es una ciudad muy hospitalaria que recibe a sus visitantes de una manera tan acogedor, que los hace sentir como en casa.
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